
É importante distinguir "rede social" ou "redes sociais” dos recentes serviços de networking social, como Facebook, etc.. Estes populares serviços baseiam-se nos trabalhos de Milgram sobre um Mundo Pequeno e identificam-se com o termo redes sociais. No entanto, as redes sociais, enquanto campo de investigação, têm uma longa história e um conteúdo e campos de aplicação muito mais vastos do que os de networking social.
Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio.
A Análise de Redes Sociais analisa as relações sociais com base na Teoria de Redes (network theory). Os nós (nodes), actores individuais que formam a rede, e os laços (ties), as relações que unem os actores, são as duas noções fundamentais da Teoria de Redes. As investigações, em distintos campos do conhecimento, têm mostrado que as redes sociais operam em níveis muito diferentes, desde as estruturas familiares até ao nível dos países (conhecidas, estas últimas, como rede política), e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
Na sua forma mais simples, uma rede social é um mapa de todos os laços relevantes entre todos os nós analisados. As relações sociais podem ser visualizadas através de um diagrama (grafo), onde os nós são representados por pontos e os laços por linhas. A complexidade dos diagramas varia em função da densidade dos nós e laços.
A Análise de Redes Sociais (relacionada com a network theory) surgiu como uma técnica chave na sociologia moderna. Esta tem, também, vindo ser aplicada e desenvolvida no âmbito de disciplinas tão diversas como a antropologia, a biologia, os estudos de comunicação, a economia, a geografia, as ciências da informação ou a psicologia social.
A ideia de rede social começou a ser usada há cerca de um século atrás, para designar um conjunto complexo de relações entre membros de um sistema social a diferentes dimensões, desde a interpessoal à internacional. Em 1954, J. A. Barnes começou a usar o termo sistematicamente para mostrar os padrões dos laços, incorporando os conceitos tradicionalmente usados quer pela sociedade quer pelos cientistas sociais: grupos bem definidos (ex.: tribos, famílias) e categorias sociais (ex.: género, grupo étnico). Académicos como S.D. Berkowitz, Stephen Borgatti, Ronald Burt, Kathleen Carley, Martin Everett, Katherine Faust, Linton Freeman, Mark Granovetter, David Knoke, David Krackhardt, Peter Marsden, Nicholas Mullins, Anatol Rapoport, Stanley Wasserman, Barry Wellman, Douglas R. White ou Harrison White expandiram e difundiram o uso sistemático da Análise de Redes Sociais.
By:Guilherme
Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio.
A Análise de Redes Sociais analisa as relações sociais com base na Teoria de Redes (network theory). Os nós (nodes), actores individuais que formam a rede, e os laços (ties), as relações que unem os actores, são as duas noções fundamentais da Teoria de Redes. As investigações, em distintos campos do conhecimento, têm mostrado que as redes sociais operam em níveis muito diferentes, desde as estruturas familiares até ao nível dos países (conhecidas, estas últimas, como rede política), e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
Na sua forma mais simples, uma rede social é um mapa de todos os laços relevantes entre todos os nós analisados. As relações sociais podem ser visualizadas através de um diagrama (grafo), onde os nós são representados por pontos e os laços por linhas. A complexidade dos diagramas varia em função da densidade dos nós e laços.
A Análise de Redes Sociais (relacionada com a network theory) surgiu como uma técnica chave na sociologia moderna. Esta tem, também, vindo ser aplicada e desenvolvida no âmbito de disciplinas tão diversas como a antropologia, a biologia, os estudos de comunicação, a economia, a geografia, as ciências da informação ou a psicologia social.
A ideia de rede social começou a ser usada há cerca de um século atrás, para designar um conjunto complexo de relações entre membros de um sistema social a diferentes dimensões, desde a interpessoal à internacional. Em 1954, J. A. Barnes começou a usar o termo sistematicamente para mostrar os padrões dos laços, incorporando os conceitos tradicionalmente usados quer pela sociedade quer pelos cientistas sociais: grupos bem definidos (ex.: tribos, famílias) e categorias sociais (ex.: género, grupo étnico). Académicos como S.D. Berkowitz, Stephen Borgatti, Ronald Burt, Kathleen Carley, Martin Everett, Katherine Faust, Linton Freeman, Mark Granovetter, David Knoke, David Krackhardt, Peter Marsden, Nicholas Mullins, Anatol Rapoport, Stanley Wasserman, Barry Wellman, Douglas R. White ou Harrison White expandiram e difundiram o uso sistemático da Análise de Redes Sociais.
By:Guilherme

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